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Mostrando postagens de Fevereiro, 2017

Oração Afetiva

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Temos o privilégio de falar com Deus e ouvir o que Ele tem a nos falar - "Clama a mim e Eu te responderei" (Jr 33:3). Para muitos a oração se constitui o momento de falar algo para Deus - seja alegria, desgosto,  desejo, medo ou reclamação. Em oração,  muitos cristãos encontram uma terapia para a alma. No entanto,  não podemos desmerecer os efeitos relacionais que a oração possibilita - por meio dela não apenas dizemos algo para Deus,  mas entramos em um âmbito de intimidade com Ele, aperfeiçoando  nosso relacionamento com o Pai. Assim, a oração deixa de ser um monólogo e passa a ser um diálogo,  no qual falamos e ouvimos - o homem interior é disciplinado a separar tempo não apenas para falar, mas para ouvir também,  algo que é um desafio para as pessoas do presente século,  que vivem tão ocupadas com os cuidados da vida.  Somos chamadas a desenvolver a prática da oração afetiva, reconhecendo nela um meio de se tornar mais íntimo do nosso Deus e, ao mesmo tempo, mais conheced…

Um INFELIZ CARNAVAL

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Com o fito de ter muita diversão algumas pessoas se prepararam para o Carnaval com muita dedicação e responsabilidade - investiram suas economias em fantasias, abadás, bebidas, etc.  Estas pessoas vão curtir os dias de Carnaval com muita "alegria",  sem se preocupar com os perigos que as espreitarão nesta época. Quando nos referimos aos incrédulos, não é algo absurdo de se pensar,  mas é assustador saber que muitos cristãos,  desprovidos do Temor a Deus,  não vêm risco algum neste período festivo e,  ousarão participar de folias em que a promiscuidade,  a apologia aos vícios e o culto ao corpo são só algumas das transgressões presentes. Talvez estes sejam os mesmos cristãos que reclamam do tempo do culto,  mas passarão horas em uma marchinha de Carnaval hipnotizante,  tomarão lugar à roda dos escarnecedores e se deterão no caminho dos pecadores. Nunca tiraram o dízimo para ajudar a Igreja de Cristo a se manter,  mas gastarão com bebidas e festas, quem sabe o dízimo de um ano…

Separando o joio do trigo: o que representa (e o que não representa) a decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos de Estrasburgo para a existência (ou não) do direito ao casamento homoafetivo.

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Por Nerrian Possamai (Diácono da Comunidade Cristã IPEG) 
Em Helsinki, a capital da Finlândia, país escandinavo europeu, habita um cidadão cujo sobrenome é Hämäläinen, de 54 anos. Ele é formado em ciências econômicas e trabalha como oficial de alfândega. Casou-se com sua esposa em 1996 e ambos tiveram uma filha em 2002, tudo dentro dos sacramentos religiosos da Igreja Evangélica Luterana, profissão de fé que seguem e vivenciam fervorosamente. Em 2004, o casal procurou ajuda de profissionais de saúde e psicologia para ajudar ao marido quanto à sua “identidade de gênero dissonante”. Após um tratamento psicológico bem sucedido, a esposa compreendeu que estava casada com alguém que se entendia também como mulher. Em junho daquele ano, Hämäläinen escolheu para si o nome de “Heli”, mas não lhe foi permitido proceder ao seu registro civil como mulher. Isso ocorreu porque Heli é casada com outra mulher e, segundo a lei finlandesa, esse casamento seria invalidado se Heli fosse reconhecida como …